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quarta-feira, 20 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
VÉNUS EM TRÂNSITO
Um trânsito é um caso particular de eclipse em que um astro menor (aparentemente) oculta parcialmente um astromaior.
Mercúrio e Vénus, por teremórbitas interiores à Terra, podem passar entre o nosso planeta e o Sol, provocando um trânsito. Será visível um pequeno círculo negro na superfície do Sol.
Os trânsitos de Vénus são raros. Ocorrem quatro vezes em cada 243 anos separados por 105,5 anos, 8 anos, 121,5 anos e 8 anos. Isto é, ocorrem aos pares separados por 8 anos. Os últimos foram em 2004, e em 5/6 de Junho de 2012- (o fenómeno dura várias horas). Foi visível em 5 ou 6 de Junho consoante o local de observação; dia 5 no continente americano e dia 6 na Europa, África e Ásia.
Destes dois últimos trânsitos, apenas o de 2004 foi visível de Portugal. O próximo ocorrerá em 11 deDezembro de 2117.
Para ver as fotos deste evento raro convido-os(as) visitarem a minha página de fotografia

quinta-feira, 3 de maio de 2012
FOTOGRAFIAS, OU DESENHOS?
Os desenhos hiper-realistas do escocês Paul Cadden puseram-no no centro das atenções no mundo da arte. Afinal nem tudo que parece é.
A atenção aos pormenores faz a diferença no trabalho do artista, de 47 anos, que começou a desenhar quando tinha apenas seis. Hoje, o seu traço é único, confundindo-o com fotógrafos e não com desenhadores.
A prática artística, conhecida por hiper-realismo, que tem como objectivo reproduzir fotografias apenas com recurso a um lápis e sem qualquer equipamento, não é nova mas a incrível semelhança entre os desenhos do escocês e a realidade é notável e como pouco se viu.
“O hiper-realismo tende a criar um impacto emocional, social e cultural e difere de foto-realismo que é muito mais técnico. A minha inspiração vem da frase: intensificar o normal. Eu uso objectos e cenas de pessoas do quotidiano e depois crio um desenho, que carregue um impacto emocional”, disse o artista numa entrevista ao Daily Mail, explicando que antes de desenhar procura saber a história das pessoas ou das coisas representadas. “Aquele homem da fotografia pode ser um veterano de guerra”, continua Cadden, para quem esta informação muda o sentido do desenho, podendo-lhe dar um impacto emocional maior.
Desde que a exposição inaugurou, no final de Fevereiro, o interesse em torno da obra do escocês tem aumentado, da comunicação social aos agentes artísticos. Foi notícia em países tão diferentes como a China ou os Estados Unidos, o Brasil ou a Alemanha, e para este ano tem já agendadas exposições no Japão, em Cuba e nos Estados Unidos.
A atenção aos pormenores faz a diferença no trabalho do artista, de 47 anos, que começou a desenhar quando tinha apenas seis. Hoje, o seu traço é único, confundindo-o com fotógrafos e não com desenhadores.
A prática artística, conhecida por hiper-realismo, que tem como objectivo reproduzir fotografias apenas com recurso a um lápis e sem qualquer equipamento, não é nova mas a incrível semelhança entre os desenhos do escocês e a realidade é notável e como pouco se viu.
“O hiper-realismo tende a criar um impacto emocional, social e cultural e difere de foto-realismo que é muito mais técnico. A minha inspiração vem da frase: intensificar o normal. Eu uso objectos e cenas de pessoas do quotidiano e depois crio um desenho, que carregue um impacto emocional”, disse o artista numa entrevista ao Daily Mail, explicando que antes de desenhar procura saber a história das pessoas ou das coisas representadas. “Aquele homem da fotografia pode ser um veterano de guerra”, continua Cadden, para quem esta informação muda o sentido do desenho, podendo-lhe dar um impacto emocional maior.
Desde que a exposição inaugurou, no final de Fevereiro, o interesse em torno da obra do escocês tem aumentado, da comunicação social aos agentes artísticos. Foi notícia em países tão diferentes como a China ou os Estados Unidos, o Brasil ou a Alemanha, e para este ano tem já agendadas exposições no Japão, em Cuba e nos Estados Unidos.
Alguns trabalhos de Paul Cadden podem ser vistos aqui.
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
O ENSAIO FOTOGRÁFICO DE NICHOLAS NIXON
Nicholas Nixon nasceu em Michigan em 1947. Influenciado pelas fotografias de Edward Weston e Wlaker Evans, começou a trabalhar com camaras de grande formato. Considerando que a maioria dos fotógrafos profissionais tinham abandonado essas camaras em favor de filmar em 35mm com camaras mais portáteis, Nixon preferiu continuar com o grande formato porque permitia impressões diretamente a partir do negativo 8x10 polegadas, mantendo a clareza e integridade da imagem.
Em 1975, Nixon iniciou um de seus mais famosos projectos, intitulado “As Irmãs Brown”. A série é composta de um único retrato de sua esposa, Bebe, e suas três irmãs tirado a cada ano, sempre colocadas na mesma posição, da esquerda para a direita. O aclamado ensaio foi exibido no Museu de Arte Moderna, da Universidade de Harvard Fogg Art Museum, Museu de Arte de Cincinnati, Museu de Arte Moderna de Fort Worth e da Galeria Nacional de Arte. Em 2010, o Museum of Fine Arts, Boston organizou a exposição "Nicholas Nixon: Álbum de Família", que incluiu "The Brown Sisters".
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
KODAK PEDE FALÊNCIA
Aconteceu o que há muito era esperado. A Kodak, empresa que tornou a fotografia num fenómeno de massas há mais de cem anos, apresentou hoje um pedido de falência voluntária perante um tribunal de Nova Iorque.
Com este passo, a Kodak pretende reforçar a liquidez nos Estados Unidos e no exterior, rentabilizar a propriedade intelectual não estratégica e resolver a situação dos passivos, concentrando-se nos negócios mais competitivos. Um último esforço para se salvar.
Fundada em 1888 e com sede em Rochester (Nova Iorque), este não parecia um cenário possível para a mesma Kodak que durante anos dominou o mercado nas áreas da fotografia e do cinema. Os tempos mudaram. Quando George Eastman - jovem modesto que começara a trabalhar aos 14 anos para cuidar da mãe, viúva, e de duas irmãs - se interessou pela fotografia, desbravando um caminho onde foi pioneiro, as pessoas renderam-se a uma novidade que lhes transformou os "retratos" numa coisa fácil e acessível.
"Você aperta o botão, nós fazemos o resto" foi o slogan criado pelo próprio fundador e, de facto, a essência de um negócio que floresceu anos a fio, ditando as regras. Os problemas começaram na década de 1980, quando os filmes fotográficos da Kodak começaram a perder terreno face à concorrência estrangeira, tendo a empresa de lidar logo em seguida com o aparecimento da fotografia digital (Kodak foi a inventora da máquina digital mas nunca capitalizou essa nova tecnologia) e dos smartphones.
Em busca de alternativas viáveis, a companhia voltou-se para os químicos, produtos de limpeza e equipamentos médicos, antes de finalmente se decidir pela exploração das impressoras comerciais, via em que se concentrou nos últimos cinco anos, embora sem o sucesso economicamente necessário para retirar a empresa de aflições.
Ao escolher tentar vingar num mercado saturado e difícil de romper, a Kodak caminhou de prejuízo em prejuízo até lhe sobrar um grande problema final, sobretudo depois de em 2011 a estratégia de negociar patentes e licenças ter deixado de garantir a entrada de dinheiro.
De nada serviu tentar a venda das suas patentes digitais em agosto passado. Os potenciais compradores adivinhavam um pedido de insolvência e, assim sendo, preferiram esperar para ver.
A Kodak, que vale agora pouco mais de 90 milhões de euros, quando em 2004, estava valorizada em mais de 23 mil milhões de euros, vivia desde o início do ano sob a ameaça de expulsão de Wall Street, por parte do operador da Bolsa de Nova Iorque, o New York Stock Exchange, que tinha dado à empresa seis meses para recuperar a cotação das suas ações. Para as 19 mil pessoas que a companhia emprega, o futuro é incerto.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
CHALLENGE OF CHALLENGES 2011
Terceira edição da "Photo of the Year". Um concurso-desafio organizado pela DPreview, teve uma enorme participação de fotógrafos de todo o mundo.
Os internautas votaram as 100 melhores fotografias das 1700 participantes, que pode conhecer no site. Clique na foto.
Os internautas votaram as 100 melhores fotografias das 1700 participantes, que pode conhecer no site. Clique na foto.
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